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Cuidar de todas as redes sociais pode ser algo complicado. Cada uma delas demanda especificações de linguagem, tamanho de imagens e postagens, horários de pico de engajamento e algoritmos diferentes. Estes últimos, os algoritmos, são gerenciados por equipes de engenharia de software, cientistas de dados, analistas de conteúdo e afins e, basicamente, controlam como esses portais funcionam.

 

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Nada que aparece no seu feed é por coincidência. Tudo está relacionado em como os algoritmos foram programados e, além disso, da sua atividade em cada um desses sites. Confira como funcionam os algoritmos das redes sociais.

 

Facebook

O Facebook é alvo de muitas críticas, principalmente depois do vazamento de dados em 2017 e o bate papo que o CEO Mark Zuckerberg teve com o Senado americano. Até o valor da plataforma caiu. Assim que explodiu esse vazamento de informações, a rede social resolveu atualizar o algoritmo, que agora prioriza interações relevantes.

 

Ou seja, os posts que possuem mais engajamento como curtidas, comentários e compartilhamentos da sua parte ou das pessoas com quem você interage têm mais chances de aparecer no topo do seu feed. Isso porque o Facebook mantém um histórico pessoal das suas interações com publicações de páginas ou amigos. Além disso, o algoritmo da rede social consegue prever o que você quer ver no News Feed baseado nessas interações com páginas e amigos.

 

De acordo com o Facebook, as interações relevantes e conteúdos engajantes são posts interativos, que levam o usuário a compartilhar e reagir, como um post de um amigo pedindo uma recomendação ou um conselho; e atividade de comentar, que são os comentários feitos em publicações de artigos de notícias ou vídeos que geram discussões na plataforma.

 

Instagram

A última atualização do algoritmo do Instagram aconteceu em Março de 2018. Antes disso, entre 2016 e 2018, o feed da rede social mostrava as publicações de quem “importava” mais para o usuário, ou seja, também era baseado no engajamento. Depois da atualização, os posts passaram a ser mostrados por ordem de tempo.

 

O motivo da mudança foi o próprio feedback dos usuários, que preferem conteúdos mais atualizados do que um feed personalizado com base no histórico de engajamento. Mas não significa que as interações na rede social não sejam mais importantes, mas o que manda mesmo é a hora que as fotos foram publicadas.

 

Para quem cria conteúdos no Instagram, vale ressaltar que não existe um horário certo para postar. Cada conta deve estudar como é o comportamento dos seguidores e, a partir disso, traçar estratégias para obter sucesso na rede social.

 

Twitter

O Twitter é uma rede social conhecida pelo imediatismo e as conversas por lá começam quase instantaneamente. Talvez por isso o algoritmo priorize o tempo de postagem dos tuítes: as publicações mais recentes aparecem no topo e a timeline segue com as postagens mais antigos.

 

Porém, se engana quem pensa que esse é o único fator que o algoritmo do Twitter usa para organizar o que aparece no feed. As interações são cruciais para os usuários do microblog. Os primeiros tuítes que aparecem na timeline fazem parte do que os desenvolvedores resolveram chamar de “Caso você tenha perdido”.

 

Esse recurso funciona assim: as contas que você demonstra mais interesse nos conteúdos têm seus tuítes mostrados antes mesmo das postagens em tempo real. Além disso, quando um usuário fica um determinado tempo sem abrir o aplicativo, o Twitter manda uma notificação mostrando alguns “destaques” dessas contas.

 

Ou seja, assim como o Facebook, o Twitter também leva em consideração as interações relevantes entre os usuários.

 

LinkedIn

Em Março de 2018, o LinkedIn atualizou o algoritmo do feed da plataforma. O foco deles está em entender quais as preferências individuais dos usuários, para que cada visita ofereça conteúdos relevantes. A cada vez que alguém usa o Linkedin, os algoritmos escaneiam e classificam milhares de posts em menos de um segundo.

 

As interações necessárias para o algoritmo do Linkedin analisar e classificar essa nova forma de organização são:

 

Identidade pessoal: as informações nos perfis, como habilidades, conexões, lugar de trabalho etc.;

Comportamento pessoal: últimas curtidas e compartilhamentos, frequência de interações e tempo gasto no feed do Linkedin;

Engajamento de conteúdo: a quantidade de visualizações, curtidas, posts recentes, linguagem e menções de empresas e pessoas.

 

O algoritmo do Linkedin quer ajudar seus usuários a serem o mais produtivos e sucessivos possível, por isso analisa todos esses comportamentos para entender o que melhor se encaixa com cada pessoa. Basicamente, são as interações na rede social ditando como ela deve ser organizada.

 

Os profissionais de marketing e criadores de conteúdos nas redes sociais devem levar em consideração um fator que mais aparece na configuração dos algoritmos que, no caso, são as interações relevantes. Por isso é importante traçar estratégias nas redes sociais a fim de conquistar o consumidor, fazê-lo interagir e gostar da sua marca.

 

Se você, como marca, quer melhorar a comunicação com o cliente por meio desses canais, invista em ferramentas de gestão de redes sociais. Com elas, é possível gerenciar as redes sociais, agendar postagens, responder comentários e muito mais. A gente pode te ajudar com isso.

 

Tem alguma dúvida? Fala com a gente: @ScupBrasil no TwitterFacebookInstagram e LinkedIn. 😉

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