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Os Stories estão em todas as redes sociais. Os vídeos verticais e efêmeros nasceram com o Snapchat em 2013, mas foram copiados pelo Instagram alguns anos mais tarde. Depois disso, o formato se popularizou e ganhou milhões de usuários no mundo todo, o que fez com que todas as marcas prestassem atenção nesse tipo de conteúdo.

 

Ao longo dos últimos anos, várias redes sociais resolveram adotar os Stories — até mesmo o LinkedIn. Esse recurso conquistou muitos usuários diários, então resolvemos contar um pouco sobre como cada plataforma está utilizando-o. Afinal, em 2019 eles continuarão a fazer sucesso — e provavelmente nos anos seguintes também. Segundo a Cisco, os vídeos serão responsáveis por mais de 80% do tráfego da internet em 2021.

 

Se preferir, você também pode ouvir esse conteúdo. É só clicar no play!

Olha só:

Instagram Stories

Apesar de não ter sido a criadora do formato, o Instagram é a rede social que consolidou o Stories. Lançado em agosto de 2016, ele foi rapidamente adotado pelos usuários.Todas as outras plataformas passaram a copiar o recurso depois do sucesso inegável que as fotos e vídeos tiveram no app — atualmente são mais de 500 milhões de usuários diários assistindo e enviando os conteúdos que desaparecem depois de 24h.

 

Tendo em vista seu potencial, cada vez mais as marcas utilizam os Stories para se comunicar com sua audiência — tanto por meio de postagens orgânicas como ads. A prova disso é que, ao longo de 2018, o Instagram liberou diversos recursos de compra e venda no aplicativo, possibilitando um relacionamento melhor entre empresas e clientes.

Facebook Stories

Seguindo o sucesso do Instagram, o Facebook lançou sua versão dos Stories no Messenger em setembro de 2016. Assim como no app de fotos e vídeos, havia alguns recursos que imitavam o Snapchat e permitiam a customização do conteúdo com stickers e desenhos. Ele foi chamado de “Messenger Day”, apesar de poucas pessoas usarem o nome oficial.

 

No ano seguinte, em março, a empresa também lançou o recurso na sua plataforma principal, ou seja, o próprio Facebook. Chamado de Facebook Stories, seu foco era o uso de filtros e efeitos de realidade aumentada que os usuários poderiam testar em seus rostos.

 

Em novembro de 2017, a companhia resolveu juntar os dois em um só sob o nome Facebook Stories. Apesar disso, ainda é possível enviar fotos ou vídeos somente para o Messenger, por exemplo. Segundo a empresa, o foco de cada um é diferente: enquanto no app de mensagens a ideia é ter a personalização com legendas e stickers, no Facebook o foco são os filtros de realidade aumentada.

 

Em 2018, o Facebook apontou o Stories como um grande protagonista do vídeo no futuro — justificando, assim, sua existência em todas as plataformas da empresa. São 500 milhões de usuários usando o recurso diariamente e o esperado, segundo eles, é que esse número cresça ainda mais.

WhatsApp Status

São 500 milhões de usuários diários no WhatsApp Stories — o app de mensagens é a plataforma do Facebook que mais vê crescimento nesse recurso. Chamado de WhatsApp Status, ele foi lançado em fevereiro de 2017 para ser uma espécie de atualização sobre o que cada pessoa está fazendo.

LinkedIn Student Voices

Disponível somente nos Estados Unidos, até o LinkedIn colocou Stories na plataforma. O recurso é direcionado somente para universitários e permite apenas vídeos. A ideia é que os estudantes compartilhem suas experiências acadêmicas, como estágios, feiras de carreira e projetos desenvolvidos em sala de aula.

 

Diferentemente das outras redes sociais, os vídeos postados nos Stories do LinkedIn desaparecem do feed depois de sete dias em vez de 24h. Outra diferença é que ainda permanecem disponíveis permanentemente na página de quem postou. Com isso, eles esperam que os estudantes capturem momentos e utilizem-nos para se conectar com outras pessoas do campus, criando um senso de comunidade.

YouTube Stories

Antes tarde do que nunca: o YouTube foi a última rede social das aqui citadas a disponibilizar o recurso de Stories em sua plataforma. Ainda em versão beta, elas estão sendo chamadas oficialmente de Histórias e, assim como no caso do LinkedIn, existem algumas particularidades em relação às concorrentes. Para começar: por ainda estar em fase de testes, só é possível assistir aos Stories pelo app.

 

Os vídeos, que também ficam disponíveis por sete dias, só podem ser criados por YouTubers com mais de 10 mil inscritos no canal. É possível responder aos Stories do seu influencer favorito — existe um chat em que todos comentários ficam visíveis. O criador ou criadora do conteúdo, entretanto, só pode enviar outras fotos e vídeos — nada de comentário em texto.

 

A ideia é que os perfis compartilhem conteúdos mais casuais do que os vídeos regulares e, com isso, conquistem ainda mais a atenção dos usuários. Escrevemos um pouco mais sobre esse novo recurso do YouTube aqui.

 

Twitter Stories

O nome da funcionalidade não é esse – ela não é chamada de nada em específico. Mas tudo bem, porque todos os usuários já sabem como o formato funciona. No caso do Twitter, ele é um pouco diferente do que nas plataformas concorrentes, mas nada que comprometa o entendimento do usuário.

 

Para acessar a câmera, basta arrastar a tela para a esquerda. Você até poderá subir imagens da sua galeria, mas a ideia é fazer com que os usuários usem o próprio app – dessa forma, as imagens nativas serão exibidas com mais destaque em uma legenda colorida. As opções são: azul, verde, laranja, rosa e preto. Além disso, é possível colocar uma localização geográfica e fazer transmissões de até dois minutos.

 

 

Como você pôde ver, as redes sociais aproveitaram a tendência e todas estão apostando nas fotos e vídeos que desaparecem depois de algum tempo. As previsões mostram que esse tipo de formato seguirá em alta no futuro, então vamos encerrar com uma pergunta: qual delas vai usar o recurso da melhor forma? Responde pra gente: @ScupBrasil no Instagram, Facebook, Twitter e LinkedIn.

 

>>> Veja também: Todo mundo pode se destacar nos Stories

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