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Seja por questões sociais ou políticas, algumas marcas mostram os seus posicionamentos tanto em ações nas redes sociais, como também em seus produtos. Essas atitudes podem ou não refletir na compra dos consumidores.

 

Reunimos nesse post algumas ações feitas por marcas que consideram importante ter um posicionamentos:

 

Dia do Orgulho LGBTQIA+

No mês do Orgulho LGBT+, a Skol teve a iniciativa de reunir diferentes marcas para a campanha #MarcasAliadas. Cada empresa participante doou dinheiro para instituições ligadas ao movimento e também emprestou uma letra da sua logomarca em prol do movimento LGBT+.

 

#marcasaliadas
As letras emprestadas pelas marcas para a campanha #MarcasAliadas

Outras empresas como Uber, Calvin Klein, Burger King, Airbnb, Facebook e Doritos também patrocinaram a Parada do Orgulho LGBTQIA+.

 

Pelo segundo ano consecutivo, Doritos levou ao mercado a versão colorida do salgadinho. Todo o dinheiro arrecadado no relançamento do Doritos Rainbow foi doado à cinco instituições que ajudam a comunidade LGBTQI+.

 

O vídeo de divulgação, “Amplie seu mundo, escute a Voz de Rainbow” da campanha dá voz à seis pessoas da comunidade LGBTQI+.  “Doritos® Rainbow acredita que independente de cor, raça, gênero ou sexo todas as vozes merecem ser ouvidas. Amplie seu mundo.”

 

 

Racismo

A gente já disse o quanto a geração de hoje em dia gosta que as marcas se posicionem. Um exemplo disso foi quando o YouTuber, Julio Cocielo, cometeu um crime racista ao tweetar sobre o jogador da França, Kylian Mbappé, durante um jogo da Copa do Mundo. “Mbappé conseguiria fazer uns arrastão top na praia hein.”

 

Com a grande repercussão  do comentário, nas redes sociais os usuários cobraram um posicionamento das marcas parceiras do influenciador. Coca-Cola, Submarino, Itaú, Adidas, Bob’s e Mcdonald’s declararam o fim das relações com o YouTuber, manifestando suas posições contra qualquer tipo de discriminação.

 

Respeito e intolerância (e cerveja)

E que tal falar sobre diferentes questões que geram a intolerância entre as pessoas? Foi o que o comercial da Heineken fez. Com o tema central “Worlds Apart” (Mundos separados), a marca da cerveja debateu sobre feminismo, problemas climáticos, visões políticas e transfobia.

 

A ideia foi fazer com que duas pessoas, com posicionamentos e culturas diferentes, trabalhassem em grupo e se conhecessem um pouco. E, no fim, tiveram a opção de ir embora ou sentar para tomar uma cerveja e discutir sobre o assunto. O resultado é incrível.

 

O vídeo te explica melhor:

 

Política vs Marcas

As manifestações de 2016 a favor do impeachment de Dilma Rousseff fizeram com que duas marcas assumissem posicionamentos políticos. A rede do restaurante Habbib’s ofereceu cartazes com frases como “Estou com #fome de mudança” e “Quem espera nunca alcança” para os seus consumidores. E a marca de roupas Reserva produziu uma camiseta com a frase “In Moro We Trust”, defendendo as atitudes do juiz Sérgio Moro, com 75% de desconto nas lojas.

 

E para as Eleições de 2018, a Ben & Jerry’s também preparou uma ação diferente. Conhecida por se posicionar sobre questões sociais e políticas no Brasil e no mundo, a marca de sorvetes criou a campanha “Seu voto é o primeiro pedaço da mudança” que defende a representatividade LGBT+ entre os candidatos. Para ajudar nisso, eles criaram a plataforma #MeRepresenta. Nela, o usuário tem que escolher assuntos que são importantes para ele e a ela te mostra os candidatos que mais apoiam esses assuntos. Legal, né?

 

Independente das questões abordadas, é importante lembrar que a marca, como interlocutora de causas sociais ou políticas, usa a sua audiência para espalhar seus posicionamentos para os seus consumidores. Você acha que esses comportamentos são importantes para as marcas?

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