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 Todo mundo que gosta um pouco de tecnologia já ouviu falar do Nubank. Você provavelmente conhece alguém que é cliente do roxinho, como eles mesmo se chamam. Afinal, são 5 milhões de pessoas usando o cartão de crédito e 2,5 milhões, a conta digital. Não é pouca coisa, não. Como a empresa chegou nesses números? Fomos no RD Summit 2018 e ouvimos em primeira mão a história de como a startup se tornou o que é hoje. Quem contou foi Marcelo Toledo, diretor de engenharia do banco. O segredo não é tão secreto assim e a fórmula não é tão difícil de replicar. Olha só:

 

Nascido em 2013, o Nubank chamou muito a atenção por oferecer um cartão de crédito sem anuidade e, com pouco tempo de vida, caiu na graça dos consumidores. Em 2018, o banco passou a ser um dos três unicórnios brasileiros, ou seja, startups avaliadas em mais de U$ 1 bilhão. O que havia de tão inovador em relação aos outros bancos? A resposta é bem simples: o roxinho sempre colocou os clientes em primeiro lugar.

 

Tudo começou quando o colombiano David Vélez veio ao Brasil para investigar as oportunidades no mercado brasileiro. Como qualquer pessoa, ele precisava de dinheiro para sobreviver e, para gerenciar isso, era necessário um banco. Quando ele tentou entrar na agência em uma das ruas mais movimentadas de São Paulo, foi barrado pela porta giratória. Sem entender nada, foi abordado por um guarda armado — aquilo já havia começado errado. Quando finalmente conseguiu entrar no banco, descobriu que a única pessoa que poderia ajudá-lo estava em horário de almoço. Depois de uma longa espera, o funcionário que o atendeu explicou que, na verdade, o que ele queria fazer só era possível pelo call-center.  

 

O resultado disso? Uma experiência frustrante e uma ideia inovadora: atender os clientes de maneira diferente e fazer as coisas funcionarem de fato. Vélez resolveu pesquisar mais sobre o assunto e descobriu que o Brasil é o país que tem a maior taxa de juros no cartão de crédito no mundo inteiro. Além disso, dentre as dez empresas que mais recebem reclamações por aqui, três eram instituições bancárias. Além de uma boa ideia, havia realmente uma oportunidade de melhorar a vida de milhões de brasileiros.

 

Junto com Cristiana Junqueira e Edward Wible, nascia o Nubank. O propósito era fazer algo diferente, e por isso resolveram criar sua própria cultura na empresa. Ela era baseada em:

 

“We want customers to love us fanatically”

 

“We are hungry and we change the status quo”

 

“We think and act like owners and not renters”

 

“We build strong and diverse teams”

 

“We pursue smart efficiency”

 

Foram esses cinco propósitos que fizeram o trio tomar decisões como ser um banco digital e não ter agências. Afinal, ninguém gosta de ir à agência e nem sempre as coisas são resolvidas ali. Todas as soluções que os três encontraram seguiam esses princípios e por isso foram tão disruptivos. Quer outro exemplo? Todos os produtos criados até hoje empoderam o cliente — e é por isso que as pessoas amam tanto o roxinho.

 

A inovação, portanto, não veio de uma ideia mirabolante. O Nubank surgiu da insatisfação das pessoas com as instituições bancárias e fez tanto sucesso porque propôs uma nova forma de atendimento: simples, rápida e humana. Para garantir o sucesso e crescimento da sua marca, portanto, não é necessário pensar muito longe: comece pelo atendimento. A gente pode te ajudar com isso. É só falar com a gente, estamos nas redes sociais: @ScupBrasil no Instagram, Facebook, Twitter e LinkedIn.

 

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