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O mês do Orgulho LGBT acabou, mas a discussão sobre o tema não pode ser deixada de lado. Fazer posts celebrando a diversidade de orientações sexuais com certeza ajudou a imagem da sua marca, mas a preocupação com as questões LGBT vai muito além disso. Quer saber o que a sua empresa tem a ver com isso? Continue lendo!

 

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Tudo bem tirar o avatar colorido com as cores do arco-íris, afinal, já não estamos mais em junho. As empresas, porém, precisam continuar a dar atenção à causa. Não só pelo fato de que 37% da Geração Z e 27% dos Millennials estão dispostos a pagar mais caro por produtos de marcas que defendam iniciativa LGBT. É preciso ir além disso. 

 

As pessoas procuram negócios com as quais possam se identificar verdadeiramente. Não basta fazer uma ação específica e achar que está contribuindo para uma causa. No caso do público LGBT, a prática de aproveitar superficialmente de elementos da cultura gay, lésbica, bi, trans e queer, sem qualquer contribuição verdadeira à causa, é bastante criticada e leva o nome de pinkwashing

 

Nós já falamos disso por aqui. Não é só com as causas LGBT que a população mais jovem se importa. Questões de raça, direitos das mulheres, imigração, condições de trabalho e meio ambiente também são importantes para essa parcela da população na hora de escolher uma marca da qual comprar. Mas atenção: As empresas que tentam fingir que se importam com causas distantes de seu propósito costumam ter problemas. 

 

O YouTube recentemente se envolveu em uma polêmica com o público LGBT: Carlos Maza, jornalista da Vox, denunciou o comediante Steven Crowder por assédio no começo de junho de 2019. Mesmo reportando os vídeos em que as ofensas aconteciam, Maza nunca teve uma resposta da plataforma. Ele então publicou um vídeo em seu perfil do Twitter com todas as falas ofensivas de Crowder.

 

A publicação do jornalista viralizou, e o YouTube finalmente se manifestou. Para a frustração da comunidade LGBT, a rede social concluiu que as falas de Crowder não violavam suas políticas de uso.

 

O episódio serve para exemplificar como as empresas podem ser contraditórias na hora de defender causas sociais. Para não cair nesse mesmo problema, é preciso parar e pensar sobre os valores que orientam a sua marca. A única forma de promover iniciativas verdadeiras é levando isso em conta. 

 

Por isso, antes de qualquer ação, é preciso analisar de que modo ela se relaciona com o propósito da empresa. 

 

Como a sua marca se posiciona em relação à causa LGBT? Conta pra gente: @ScupBrasil no Instagram, Facebook, Twitter e LinkedIn. 

 

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